Metade das micro e pequenas empresas no Brasil é formada por microempreendedores individuais, um “exército” de 3,9 milhões de pessoas que trabalham por conta própria e se legalizam como pequenos empresários. Os dados são do Sebrae, que vê no crescimento da classe média uma oportunidade de novos negócios.
Este tipo de empresário fatura, no máximo, R$ 60 mil por ano ou R$ 5 mil por mês. A área de serviços e comércio foi a que mais cresceu. Em um ano, negócios de beleza, como estética, depilação e tratamentos, aumentaram 50% em todo o país. Destacam-se também as obras de alvenaria (47,4%), a venda de cosméticos e produtos de higiene pessoal (46,5%) e cabeleireiros (33,8%).
Na Rocinha, uma das maiores favelas do Brasil, no Rio de Janeiro, há muita gente abrindo pequenos negócios e dando certo. Antonio Costa é um exemplo. Seu negócio começou dentro de casa, há quatro anos. Formado em turismo, ele ajudava os amigos a planejar as férias. Deu tão certo, que ele abriu uma empresa e se tornou um microempreendedor.
A agência de viagens de Antonio fica no alto da Favela da Rocinha e oferece pacotes com pagamento parcelado, até com carnê. “Dá uma maior confiabilidade, né? Você tem a loja, você tem um CNPJ”, comenta.
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